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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Retomando as postagens neste blog

Estou retomando com as atividades neste blog. Não terei um assunto certo a tratar, escreverei sobre me parecer apropriado na ocasião.
Nestes últimos meses passei por muitas . Há aproximadamente 2 meses fui chamado para ajudar na edição do site da minha igreja, Comunidade Vinho Novo, e estou tentando me acostumar a essa rotina.
Nesse meio tempo estou tentando voltar com meu outro blog, A Mudança das Estações, mas preciso ter uma frequência exata, de mais textos e de internet boa para isso, e nem um desses possuo no momento, mas ainda pretendo voltar a postar nele também. Aguardem.
Enfim, explicando sem rodeios, estarei postando o que me vier na mente. Espero que gostem do blog.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Futuro do blog "A Mudança das Estações"



Olá leitores do meu blog ^-^! Estou aqui para informar que por enquanto tanto a fanpage quanto o blog "A Mudança das Estações" se encontram sem atualizações por conta de vários problemas (principalmente com internet), mas logo em breve (assim eu espero), estarei de volta com novidades! \o/
Vou logo adiantando o que vem por aí:

—Nas segundas feiras teremos músicas ou vídeos acompanhados por suas letras e/ou traduções.
—Nas quartas feiras como já era de costume, teremos os meus textos e artigos.
—E nas sextas feiras teremos poemas/poesias com temáticas cristãs de autores pouco conhecidos ou desconhecidos.

Essa é a programação por enquanto, isso se não surgirem coisas novas pelo caminho, agora só o que falta é uma internet de qualidade pra fazer tudo isso, pois já estou cansado da Tim! XD Mas creio que isso acontecerá rápido. Enquanto isso pode acessar o blog, que está com o visual um pouquinho diferente (eu sempre mudo alguma coisa, não consigo ficar parado ^-^)
http://mudandodestacao.blogspot.com/

Rodrigo Santos.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Japão e o suicídio




O Japão é o país que apresenta uma das maiores taxa de suicídios no mundo, em 2012 ocupou o 10° lugar.
Na maioria dos países do ocidente, onde predomina o cristianismo, o suicídio é considerado um ato negativo e contra os ensinamentos religiosos.
No Japão o ano fiscal termina no fim de março.
Esse período gera bastante insegurança e tensão nas pessoas, por conta da mudança para outro posto de trabalho ou então pelo encerramento de contratos de trabalho. Assim, este mês é o período com a maior incidência de suicídios no Japão.
O número de pessoas que cometeram suicídio no Japão no ano passado diminuiu para menos de 30 mil pela primeira vez em 15 anos. A Agência Nacional de Polícia informou que 27.766 pessoas cometeram suicídio em 2012. São 2.885 pessoas ou 9,4% menor do que o ano anterior. Desde 1998 o número anual de suicídios ultrapassa 30 mil pessoas e atingiu mais de 34 mil em 2003. Do total do ano passado, 19.216 eram homens e 8.550 eram mulheres. Por faixa etária, entre 40 e 50 anos foram 17%, na faixa de 30 anos foram 14% e 60 anos foram 18%. Os principais motivos foram problemas de saúde, seguido de problemas financeiros e familiares.
Apesar da diminuição numérica, a estatística é alta, e a atmosfera suicida enreda também os estrangeiros que residem no país e que tem uma ligação estreita com a cultura nipônica.

 
Cultura suicida

Na era Showa (1926~1989) chegou a ocupar o primeiro lugar nesse ranking e mais tarde ficou conhecido como "Reino dos Suicídios" (Jisatsu Ookoku).

O Japão viveu um período em sua história em que o suicídio era até glorificado, como em casos de haraquiri (cortar o ventre a faca ou a sabre) ou os camicases (do japonês "vento divino", se refere aos pilotos treinados para desferir ataques suicidas contra alvos inimigos). A dedicação e a fidelidade ao Imperador podem não ter o mesmo sentido hoje, mas devido a esse passado, o suicídio não desperta um sentimento de culpa tão forte como entre os ocidentais.

O Manual

 O Manual Completo de Suicídio (em japonês:
完全自殺マニュアル) é um livro japonês escrito por Wataru Tsurumi. Sua primeira publicação deu-se em 4 de julho de 1993, e vendeu mais de um milhão de exemplares. O livro de 198 páginas dá descrições explícitas e analisa uma variedade de métodos de suicídio como overdose, enforcamento e envenenamento, e não se trata de um manual para doentes terminais.

Orem pelo Japão

 Aqui não há problema grande financeiro, pessoas não morrem de fome, mas estão morrendo no espírito!
Os céus do Japão são fechados, a opressão é quase palpável no momento em que se começa a orar, os pesadelos são constantes. O diabo aqui é adorado e respeitado na forma de "oni", demônios que tem seus próprios templos, e uma época específica, professores se vestem com roupas e usam máscaras de oni para que as crianças percam o medo.
Em post futuro falarei melhor e tirarei algumas fotos para que entendam melhor.

Matéria de Cintia Kaneshigue.
Outros blogs por Cintia Kaneshigue:

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Uma questão de ética


Na sociedade em que vivemos é comum encontrar pessoas falando sobre ética, o que não é tão comum é encontrar alguém que siga os padrões éticos e morais, pois é incomum encontrar alguém integralmente confiável.
O problema ético da nossa sociedade pode ser considerado como um fator histórico e cultural, pois desde o início de nossa colonização constatamos desonestidade no modo de governar por parte dos colonizadores. Problema esse que persiste até hoje, se estendendo desde a classe mais baixa da nossa população até a classe política.
Apesar de a população apontar apenas os políticos como um modelo antiético, a grande maioria está longe de agir de forma honesta, este mesmo fator já pode ser considerado algo antiético.
A grande questão que poucos veem é que o problema já começa dentro de casa com os exemplos que as famílias dão para suas crianças; pequenas atitudes tomadas pelos pais como um simples troco errado não devolvido são o começo de uma grande questão social. No contato social da criança na escola tais valores passados pelos pais são difundidos a outras crianças e a falta de ética de nossa sociedade vai assim, sendo repassada pelas gerações.
O caso se tornou tão grave que encontrar alguém confiável se tornou uma tarefa difícil, e as poucas pessoas que agem conforme os padrões éticos se tornam mal vistas pelo resto da sociedade.
Portanto, pode-se concluir que o problema da falta de ética nacional tem que começar a ser combatido dentro de nossas próprias casas, problema esse que tão cedo não será resolvido.

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